O recente assalto à ciclista Miriam de Comi, conhecida como “Vó de Bike”, na ciclopassarela Érica Sallum, evidencia a discrepância entre promessas políticas e a realidade enfrentada pelos cidadãos. Inaugurada com o compromisso de aumentar a segurança para ciclistas e pedestres, a passarela tornou-se palco de violência, questionando a eficácia das medidas adotadas pelas autoridades municipais.
A administração municipal, ao inaugurar a ciclopassarela, comprometeu-se a garantir a segurança dos usuários. Entretanto, a ocorrência desse assalto indica uma falha na implementação de políticas públicas eficazes de segurança. A falta de vigilância adequada e a ausência de medidas preventivas expõem os cidadãos a riscos inaceitáveis, contradizendo as promessas feitas.
A segurança pública é um direito fundamental e deve ser tratada como prioridade pelas autoridades. A inauguração de infraestruturas como a ciclopassarela Érica Sallum deve ser acompanhada de estratégias de segurança eficientes, incluindo patrulhamento constante, iluminação adequada e monitoramento por câmeras. Sem essas medidas, tais espaços podem se transformar em locais propensos à criminalidade, afastando os cidadãos de utilizá-los.
A administração municipal precisa reconhecer e corrigir essas falhas, implementando ações concretas para assegurar a integridade dos usuários. A confiança da população nas instituições públicas depende da capacidade destas em cumprir suas promessas e proteger os cidadãos. Somente com compromisso e ação efetiva será possível transformar São Paulo em uma cidade verdadeiramente segura e acolhedora para todos.