1 a cada 5 jovens, entre 15 e 29 anos, não está nem estudando e nem trabalhando, segundo a PNAD. Esses dados demonstram que a juventude está abandonada, principalmente a periférica. Os governantes não garantem políticas de permanência nas escolas e as prefeituras não constroem espaços de socialização, como áreas de lazer, cultura e esporte. O modelo de cidade-empresa que se estabeleceu por aqui destruiu os espaços públicos.

Precisamos de um projeto alternativo que garanta a permanência dos estudantes nas escolas e incentive o emprego de qualidade, atuando para acolher a diversidade da juventude LGBTQIA+, originária, negra, PcD, neurodivergente, imigrante, e dar perspectiva para esse grupo que se encontra abandonado em todos os aspectos.

Precisamos organizar a rebeldia. A luta e a mobilização só serão possíveis com a participação da nossa juventude. Foram muitos os momentos em que os jovens entraram em campo e decidiram o jogo, como nas ocupações das escolas, o tsunami da educação, nas lutas antirascistas e antifascitas, e recentemente contra o Novo Ensino Médio.

Incluir e apoiar a juventude no Guarujá é fundamental para construir uma cidade mais justa e inclusiva. Para alcançar esse objetivo, é preciso concentrar esforços no combate à evasão escolar, promover a qualificação profissional, assegurar empregos dignos, valorizar a cultura juvenil e criar espaços de socialização.

Nosso mandato estará ao lado da juventude nessa jornada, comprometendo-se a lutar por: