A Edificação da Autonomia Soberana
Esta iniciativa, de feição e traço popular, articulada em coletividade e forjada pela pluralidade de mãos, encontra sua gênese e condução em José Manoel Ferreira Gonçalves. Sua trajetória alicerça-se na atuação firme à frente de instituições como a FerroFrente e a Água Viva, dentre outras.
Tal atividade, por sua vez, baseia-se na sua sólida formação transversal como jornalista, advogado, cientista político e engenheiro. Nesta última disciplina, consolidou ampla autoridade acadêmica ao galgar os graus de mestre e doutor, culminando em estágio de pós-doutorado em prestigiosa instituição europeia.
O manifesto será publicado em capítulos semanais, sob a forma de alentados artigos, que futuramente comporão um livro-documento. A obra será formalmente apresentada aos diversos estamentos estatais e servirá de alicerce a debates profundos nos âmbitos municipal, estadual e federal.
A engenharia como instrumento de soberania, a infraestrutura como espinha dorsal do progresso, o capital humano como alicerce do futuro.
A proposta segmenta-se em eixos temáticos que vinculam a competência técnica da engenharia ao projeto de nação.
Autonomia tecnológica, defesa e indústria de base.
Ferrovias, portos e matriz energética sustentável.
Valorização do engenheiro e retenção de talentos.
A indústria de base como ativo inegociável.
Tecnologia como escudo nacional.
A retomada da engenharia na geopolítica.
Logística e território.
Saneamento e energia como pontes entre o Estado e o povo.
A engenharia que une as regiões.
A engenharia e seus profissionais no centro do debate.
Ciência e inovação como motores do desenvolvimento.
Pesquisa como pilar de um país soberano.
Estratégia e engenharia do século XXI.
Autonomia não se implora — constrói-se com o rigor que a engenharia impera.